História do Tio Gerbúlio, 5º livro do escritor Elói Alves, será lançado no próximo sábado,
dia 9, às 16h. no Centro Cultural da Juventude; além de histórias
inéditas, o livro conta com várias ilustrações do genial artista
plástico, ilustrador Carlos Eduardo Diniz;
publicado pela Editora Essencial, Histórias do Tio Gerbúlio e os demais
livros do autor estarão no stand da Essencial nos dias 8 e 9 próximos na
IV Feira do Livro Centro Cultural da Juventude, das 10 às 18, na AV.
Deputado Emílio Carlos, 3641, Vila Nova Cachoeirinha
domingo, 3 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
MIMESIS: A VIDA E ARTE NA LAVA JATO - Perguntero
Para Aristóteles, poesia, e por extensão toda a arte, era imitação, Mimesis; pensamento que aparece agora a propósito da Lava Jato e de House of Card. A série do Netflix é anterior, de 2013, e é agora lembrada em referência à Operação Lava Jato, por suas teias de corrupção desvendadas.
Será, nesse caso, que a vida anda imitando a arte, ao contrário do pensamento do filósofo grego?
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
O CAOS PLANEJADO DA MOBILIDADE URBANA - por Elói Alves
A
expressão “Mobilidade Urbana” eclodiu na mídia durante os protestos de 2013 contra o
aumento no preço da tarifa do ônibus em São Paulo, que, nesta cidade, está
atrelado ao valor cobrado nos trens do Metrô e da Fepasa, protesto que
reapareceu no início deste ano. Sem entrar no mérito da “tarifa zero”,
defendida pelo Movimento Passe Livre, a iniciativa do movimento teve o poder
de realçar em toda a mídia a questão do caos no transporte público nas grandes
cidades; o próprio Governo Federal, depois de um silêncio eloquente à época da
explosão dos protestos, incorporou a expressão ao discurso oficial, prometendo “bilhões”
pela causa, até que esta esfriasse. Mas o problema persistiu e se ampliou.
O motivo do
caos na mobilidade urbana, evidente, é de natureza econômica e, mais ainda, de política
econômica, pois passa por uma escolha do Governo de privilegiar um modelo de
transporte dominado por gigantes do setor: o transporte por automóvel individual,
em detrimento do coletivo. Essa escolha do Governo foi implementada pelo
favorecimento de tal indústria por meio de subsídios, redução de impostos que
vieram a prejudicar a economia do país e aumentar a dívida pública além de
causar desempregos quando se chegou à desaceleração do setor devido ao fim dos
privilégios do Governo, felizmente incapaz de sustentar por mais tempo seus graves erros na política
administrativa e econômica.
Há nisso uma lógica
perversa cujos caminhos não se percebem facilmente. Para que essa política dê “certo”,
isto é, chegue a seu fim, é preciso que a produção se intensifique nas
fábricas sem redução dos preços, por meio das descritas ajudas do Governo, e que uma boa parte das pessoas sem
renda suficiente também possam adquirir um automóvel, que para isso também
devem ter acesso a crédito fácil e, principalmente, que algo de força maior as impulsionem
para à loucura das dívidas, que, ao cabo, é o transporte coletivo caro e de péssima qualidade.
O caos na
mobilidade das pessoas nas grandes cidades passa por essa filosofia política
que privilegia o transporte motorizado individual; é, pois, uma escolha, como é
todo ato administrativo; uma escolha infeliz para a maioria, mas também para
quem é beneficiado por ela, enlatado nos congestionamentos das cidades mal
planejadas. Mas é também, além dos equívocos administrativos, uma questão
criminal: o favorecimento a tal indústria passa pelo interesse no financiamento
por ela dos partidos e enriquecimento pessoal dos políticos e mediadores; crime que envolve inclusive a venda de
votos parlamentares no Congresso e de Medidas Provisórias do Governo Federal,
como hoje se investiga.
Elói Alves é escritor, ensaísta e
professor
domingo, 31 de janeiro de 2016
ROUBAR PELA CAUSA – Perguntero
Tenho algumas
dúvidas que me perturbam: Qual seria mesmo aquela causa genuinística? Seria genuína?
Além disso, será que foi apenas Dirceu que enriqueceu pessoalmente com a
atuação no governo de seu partido, obtendo milhões que chamou de “pagamento por
consultoria”? Será que realmente estavam
indignados com o “companheiro” ou faziam jogo para o eleitorado?
Pior: Será que
é menos grave roubar ou matar por um partido, por uma ideologia?
Mais ainda: qual será a razão de tanta gente, milhões de
pessoas votantes, ter dado o poder a defensores de uma ideologia que, no fundo,
sempre apregoaram a todos os ouvidos, com energia e veemência; como foi feito
também em outros países, e não só com a esquerda de tantos impostores, mas com
a própria Direita de Hitler?
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
POLÍTICOS TRATADOS COMO LADRÃO COMUM - Perguntero
Depois da comparação da Justiça, Ministério Público e Polícia Federal à Ditadura Militar feita por um dos defensores de réus da Operação Lava Jato, junto com manisfesto coletivo de advogados contra a Justiça, vários políticos se manisfestaram pedindo "mais respeito" a aliados investigados"; será que vão pedir também igualdade aos "ladrões comuns" e abrir mão da Imunidade Parlamentar que os protege?
domingo, 20 de dezembro de 2015
LANÇAMENTO DE LIVRO PARA ESTUDANTES E ESTUDIOSOS DO DIREITO
Na quinta feira, 17, na VFK Educação, centro de São Paulo, foi lançado o livro 2243 Questões de Direito para Concursos Públicos, para estudantes e estudiosos de várias áreas do Direito, do qual o escritor Elói Alves foi revisor para língua portuguesa, e contou com participação de vários importantes juristas sob direção do jurista, promotor Thales Ferri Schoedl e prefácio de Arthur Del Guércio, Tabelião e professor de Direito Público.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Tradução do livro Le péché
Recebi hoje o livro Le péché (El pecado, em espanhol). do escritor realista Seydou Koné, por cuja tradução estou responsável em português
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
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