No caso dos bombeiros do Rio de Janeiros que estão em greve por melhores salários e melhores condições de trabalho o governador Sérgio Cabral não não tem sido político, no sentido de pensar as palavras. "Vândalos, criminosos" são algumas do repertório que compõe o seu discurso. Interessante que quando se tratam de aliados políticos, como no caso do ministro Palocci, da Casa Civil, de cujo partido Cabral é aliado, eles correm a defender "a honra, o caráter ilibado, a conduta irreparável, a postura irretocável" deles. E quando há provas, filmagens, fotos que provam o contrário, dizem que "não se pode prejugar, porque há o direito de ampla defesa, até o trâmite final de todas possibilidades de recursos, que demorará anos, certamente, até caducar o processo (é a jurisprudência!).
Mas no caso dos bombeiros não houve direito à defesa; são criminosos para o governador Sérgio Cabral, segundo sua sentença prévia, dada à opinião geral pela imprensa. Interessante essa postura, essa energia, essa agilidade. Será que a usa em todos os casos que enfrenta no seu Estado? No caso das milícias, por exemplo, o Cabral aparece ao lado de milicianos, como Gerominho, vereador que foi preso pela polícia civil, além de outros. Agora mesmo estou me lembrando de Tropa de Elite II... por que será? Ah, e também da copa do mundo, cujo palco principal será o Rio. Meu Deus!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
PALOCCI E A RECEITA DE MULTIPLICAÇÃO DE BENS (perguntero)
Nem a favor nem contra, quero apenas oferecer uma bela saída para o ministro Antonio Palocci e o Brasil diante do grande alvoroço em torno da multiplicação de seus bens por vinte em pouco tempo. A saída é simples e evitaria trabalho a todos, inclusive à oposição e ao próprio ministro. Veja a coisa como será: O ministro que multiplicou espetacularmente seus bens através de seus serviços de consultoria econômica daria agora a sua bela receita a todos os brasileiros e, em posse dessa rica menina, nosso país teria uma ereção econômica nunca vista antes por aqui e assim passaria rapidamante o Japão, os chineses e os Estados Unidos, tornando-se a nação mais rica do planeta. Não é uma grande ideia, ministro? Vamos lá, cadê a receita, Palocci?
Bem, deixa eu ir à minha consultoria.
Zé Nefasto Perguntero
Bem, deixa eu ir à minha consultoria.
Zé Nefasto Perguntero
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Sexo com vestido sujo nos EUA (Perguntero)
Volto pelos vestidos! O que seria do mundo se só houvessem calças? Uma monotonia sem remédio. Mas se o vestido estiver sujo, quem pagará a conta da brincadeira? Nos Estados Unidos as lavanderias têm cobrado alto, em alguns casos chega a milhão de dolares. E não se trata de vestidos de realeza ou vestes principescas. Pois nas repúblicas as lavanderias não estão para o público e para limpar o privado? Tudo bem que a estagiária de Bill Cliton preferia guardar as manchas da Casa Branca, Mas será que o diretor do FMI, Domenique Strauss-Kahn, quereria expor suas manchas na Cidade Luz? Bem, a camarera do quarto de Strauss tem também os vestidos maculados, e isso já levaleu uma prisão além da fiança milhonária e seu prejuizo no Fundo, pela saída indecente. Com isso, será que os moralistas de lá e de cá vão proibir o uso de vestidos como solução para o problema? Em todo caso, que não venha o Jeens, mas sim as saias em seus tamanhos diversos. Não seria uma alternativa mais feminina? Ah, e o mais importante, cadeia para o francês e para os machos que não se controlam.
Zé Nefasto Perguntero
Zé Nefasto Perguntero
terça-feira, 10 de maio de 2011
OS HEROIS AMERICANOS, HOMERO E OS TROMBADINHAS (Perguntero)
Eita mundão! Então as orelhas não são de Bin Laden? Na minha coluna anterior ficou claro que a estagiária tinha revelado as provas. Agora, o que quero saber é se o que foi levado da casa assaltada será algum dia devolvido. Aliás, a questão principal é saber qual dos lados mente mais e qual deles tem os maiores assassinos? Numa coisa houve verdade por parte dos EUA, diga-se: NUNCA NEGARAM ter assaltado a casa, matado pessoas e levado seus pertences.
A condecoração por Obama dos supostos assassinos de Osama me lembrou os herois de Homero. Oh Ilíada dos meus pecados! Seriam eles herois por serem bandidos ou bandidos por serem herois?
Já o saque da casa de Bin laden pelos condecorados me lembraram os antigos trombadinhas da praça da Sé em São Paulo, que assaltavam bolsas e carteiras. Ai, meus herois e meus trombadinhas! Onde andará Homero com as musas que o inspiravam?
Ai, ai, ai! Hoje amanheci com umas saudades da era Cliton. Onde será que anda a Monica Lewinski, a musa estágiaria daquele ex-presidente?
Zé Nefasto Perguntero
A condecoração por Obama dos supostos assassinos de Osama me lembrou os herois de Homero. Oh Ilíada dos meus pecados! Seriam eles herois por serem bandidos ou bandidos por serem herois?
Já o saque da casa de Bin laden pelos condecorados me lembraram os antigos trombadinhas da praça da Sé em São Paulo, que assaltavam bolsas e carteiras. Ai, meus herois e meus trombadinhas! Onde andará Homero com as musas que o inspiravam?
Ai, ai, ai! Hoje amanheci com umas saudades da era Cliton. Onde será que anda a Monica Lewinski, a musa estágiaria daquele ex-presidente?
Zé Nefasto Perguntero
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A tensão de Hilary com Bin Laden e a de seu marido com Mônica Lewinski (Perguntero)
Hilary Cliton declarou após assistir aos trinta e oito minutos de duração da operação militar americana que, segundo os EUA, teria matado Bin laden que foram "os minutos mais tensos de sua vida".
Pois bem! O que será que pensa disso seu marido BILL Cliton? Que sua mulher teve até hoje uma vida sem emoções? Seria por desventura frígida? Nem mesmo sua rival Mônica Lewinski lhe deu esses minutos de tensão? Será que a tensão de agora tem relação com o Salão Oval onde Bill teve relações com Mônica Lewinski? Ou será que Mônica foi mais intensa com Cliton que Hilary com Bin Laden?
Bem, vamos às provas:
Mônica Lewinski deu ao Bill e ao mundo o vestido sujo, carregado de material para DNA e um processo para Bill Cliton. Vestido que ela se recusou a lavar até que se colhesse o material lá deixado ainda tenso.
Já Hilary, por seu lado, não deu a ninguém um corpo para se comprovar o DNA de Bin Ladem, nem permitiu que houvesse qualquer coisa que parecesse um processo, mesmo esquentado.
Por aí, parece que a estagiária tem mais pontos, não? Não seria sua história mais prazerosa e mais calorosa, pelo menos para Bill Cliton?
Zé Nefasto Perguntero
Pois bem! O que será que pensa disso seu marido BILL Cliton? Que sua mulher teve até hoje uma vida sem emoções? Seria por desventura frígida? Nem mesmo sua rival Mônica Lewinski lhe deu esses minutos de tensão? Será que a tensão de agora tem relação com o Salão Oval onde Bill teve relações com Mônica Lewinski? Ou será que Mônica foi mais intensa com Cliton que Hilary com Bin Laden?
Bem, vamos às provas:
Mônica Lewinski deu ao Bill e ao mundo o vestido sujo, carregado de material para DNA e um processo para Bill Cliton. Vestido que ela se recusou a lavar até que se colhesse o material lá deixado ainda tenso.
Já Hilary, por seu lado, não deu a ninguém um corpo para se comprovar o DNA de Bin Ladem, nem permitiu que houvesse qualquer coisa que parecesse um processo, mesmo esquentado.
Por aí, parece que a estagiária tem mais pontos, não? Não seria sua história mais prazerosa e mais calorosa, pelo menos para Bill Cliton?
Zé Nefasto Perguntero
domingo, 1 de maio de 2011
A sensatez pós Lula na Questão-Irã
A política internacional do governo brasileiro apontou já na saída de Lula para um outro ponto, diferente da polêmica posição reiteradamente defendida durante os oito anos de Lula, como presidente, sobre o Irã. É certo que ainda está cedo para caracterizar um governo de Dilma. E esta dificuldade é sabidamente maior não só pela desconhecida história de Dilma na política brasileira, mas sobretudo por sua dependência irrestrita de Lula e do governo deste para chegar ao poder.
No entanto, algo aparentemente surpreendente surgiu neste ponto da politica internacional brasileira logo no início do mandato da atual presidente. Na verdade, para quem conhece a história da diplomacia brasileira, o Brasil apenas reassumiu o papel tradicional de sua política externa desde Rio Branco e de Águia de Haia, sendo coerente com a posição histórica de sua diplomacia.
A intervenção do Brasil em um assunto extremamente delicado de modo praticamente unilateral é que trouxe o estranhamento sentido interna e externamente. A posição brasileira desprezou então uma tradicional conduta de sua diplomacia: a atuação anti-imperialista de defesa conjunta de interesses comuns em seu continente, ignorando a posição de parceiros próximos e estratégicos. Em um plano maior, supra continental, ignorou também todos seus estratégicos parceiros do BRICS, isolando-se de um modo ridículo e pequeno, em termos de posição e negociação em bloco.
O Irã tem sido um país cuja história de conflitos em sua geopolítica tem produzido grande efervescência no médio oriente e no plano extracontinental, desde a revolução islâmica de 1979 . Mais recentemente, eleição do presidente Ahmadinejad, considerado radical, e, depois, sua reeleição polêmica colocou mais combustível fóssil na situação. Sua posição radical em negar o Estado de Israel, suas declarações provocativas de caráter incendiário, o apoio a grupos islâmicos considerados terroristas por potências ocidentais são alguns elementos dessa posição marcante .
A questão principal para o Brasil é que a posição de seu governo de então provocou um enfrentamento direto e gratuito com várias potências do Conselho de Segurança da ONU. Os EUA foram apenas mais um; aliás, aquele que nunca enfrenta os menores e mais fracos com ironia e graça ou equilíbrio ao menos, mas com força desajeitada, confundindo firmeza com brutalidade.
O tema trouxe holofotes de todo o mundo. Especialistas e generalistas debateram a questão. No Brasil havia campanha para o Planalto, isso ajudou a “politizar” o assunto, isto é, torná-lo indigno de uma boa análise e evidenciou a imaturidade da sociedade brasileira e de sua imprensa em questões geopolíticas e de relações internacionais.
À época da aprovação das sanções contra o Irã, junho de 2010, as revistas brasileiras que deram espaço ao fato o fizeram dentro de um clima eleitoral, posicionando-se favor ou contra, sem análise detida da matéria. A única que o fez de modo mais proveitoso, Carta Capital, produziu uma análise infeliz sob aspecto crítico e analítico. O autor responsável pela opinião veiculada pela revista, um cientista político, empolga-se com o acordo de Lula com o presidente iraniano ao lado da Turquia, classificando-o como “ significativo êxito diplomático”.
Não totalmente satisfeito, o cientista atribui ao acordo o poder de levar o Brasil a condição de “ potência política global”. Louvável esforço analítico, porém desfeito logo em seguida. O acordo brasileiro, poderoso segundo o cientista político da revista, não tinha força alguma no âmbito do direito e da política internacionais e, portanto, vazio no sentido de mudar ou diminuir as sanções vindas logo depois, trazendo apenas problemas para o presidente e o então chanceler Celso Amorim explicarem.
Além disso, a política internacional não dá margem para amadorismos e improvisos; permite aí no máximo o jogo midiático e histrionismo como se há visto encarnado por presidentes de vários países subdesenvolvidos. Antes do Irã, Lula havia passado pela Rússia, cujo presidente minimizou educadamente o acordo. Os russos, com os demais membros permanentes do Conselho de Segurança, não têm interesse que a tecnologia nuclear seja disseminada, mesmo que seja pacificamente, devido a questões econômicas.
De toda forma, o Brasil deve procurar seu lugar, mas numa linha segura e duradoura, de parcerias e desenvolvimento conjunto, sem exibicionismo e enfrentamentos gratuitos.
No entanto, algo aparentemente surpreendente surgiu neste ponto da politica internacional brasileira logo no início do mandato da atual presidente. Na verdade, para quem conhece a história da diplomacia brasileira, o Brasil apenas reassumiu o papel tradicional de sua política externa desde Rio Branco e de Águia de Haia, sendo coerente com a posição histórica de sua diplomacia.
A intervenção do Brasil em um assunto extremamente delicado de modo praticamente unilateral é que trouxe o estranhamento sentido interna e externamente. A posição brasileira desprezou então uma tradicional conduta de sua diplomacia: a atuação anti-imperialista de defesa conjunta de interesses comuns em seu continente, ignorando a posição de parceiros próximos e estratégicos. Em um plano maior, supra continental, ignorou também todos seus estratégicos parceiros do BRICS, isolando-se de um modo ridículo e pequeno, em termos de posição e negociação em bloco.
O Irã tem sido um país cuja história de conflitos em sua geopolítica tem produzido grande efervescência no médio oriente e no plano extracontinental, desde a revolução islâmica de 1979 . Mais recentemente, eleição do presidente Ahmadinejad, considerado radical, e, depois, sua reeleição polêmica colocou mais combustível fóssil na situação. Sua posição radical em negar o Estado de Israel, suas declarações provocativas de caráter incendiário, o apoio a grupos islâmicos considerados terroristas por potências ocidentais são alguns elementos dessa posição marcante .
A questão principal para o Brasil é que a posição de seu governo de então provocou um enfrentamento direto e gratuito com várias potências do Conselho de Segurança da ONU. Os EUA foram apenas mais um; aliás, aquele que nunca enfrenta os menores e mais fracos com ironia e graça ou equilíbrio ao menos, mas com força desajeitada, confundindo firmeza com brutalidade.
O tema trouxe holofotes de todo o mundo. Especialistas e generalistas debateram a questão. No Brasil havia campanha para o Planalto, isso ajudou a “politizar” o assunto, isto é, torná-lo indigno de uma boa análise e evidenciou a imaturidade da sociedade brasileira e de sua imprensa em questões geopolíticas e de relações internacionais.
À época da aprovação das sanções contra o Irã, junho de 2010, as revistas brasileiras que deram espaço ao fato o fizeram dentro de um clima eleitoral, posicionando-se favor ou contra, sem análise detida da matéria. A única que o fez de modo mais proveitoso, Carta Capital, produziu uma análise infeliz sob aspecto crítico e analítico. O autor responsável pela opinião veiculada pela revista, um cientista político, empolga-se com o acordo de Lula com o presidente iraniano ao lado da Turquia, classificando-o como “ significativo êxito diplomático”.
Não totalmente satisfeito, o cientista atribui ao acordo o poder de levar o Brasil a condição de “ potência política global”. Louvável esforço analítico, porém desfeito logo em seguida. O acordo brasileiro, poderoso segundo o cientista político da revista, não tinha força alguma no âmbito do direito e da política internacionais e, portanto, vazio no sentido de mudar ou diminuir as sanções vindas logo depois, trazendo apenas problemas para o presidente e o então chanceler Celso Amorim explicarem.
Além disso, a política internacional não dá margem para amadorismos e improvisos; permite aí no máximo o jogo midiático e histrionismo como se há visto encarnado por presidentes de vários países subdesenvolvidos. Antes do Irã, Lula havia passado pela Rússia, cujo presidente minimizou educadamente o acordo. Os russos, com os demais membros permanentes do Conselho de Segurança, não têm interesse que a tecnologia nuclear seja disseminada, mesmo que seja pacificamente, devido a questões econômicas.
De toda forma, o Brasil deve procurar seu lugar, mas numa linha segura e duradoura, de parcerias e desenvolvimento conjunto, sem exibicionismo e enfrentamentos gratuitos.
domingo, 17 de abril de 2011
Sarkozi, um taliban ocidental?
Sarkozi tem aparecido como nunca, parece até que achou seu caminho. No iníco de seu governo parecia uma barata sob jato de inseticida. Os jornais esconderam esse fato falando da mulher do presidente francês, que vinha então diariamente às manchetes. Ele próprio se cansou disso, pedindo que poupassem sua "vida privada". Mas num átimo parece ter achado um caminho. Surpreendentemente foi ao declínio e esgotamento de Bush. Mas qual foi esse caminho para a notoriedade e estabilidade de seu governo? Foi exatamente o de mandatário ao modo de Bush, como sombra sua. Sob protestos na questão da previdência, optou pela política do porrete, como a do "big stick" na América do Norte. Na resolução da ONU para a " no fly zone" na Líbia( área onde não se voa)" ele foi o anfitrião e tomou a dianteira com os EUA, a quem seguiram os atuais satélites americanos europeus na OTAN; se opondo a isso, Russia, China e alguns outros com abstenção; votando a África do Sul contra. A "no fly zone" não foi na prática uma área de proibição de voos, mas lugar onde os caças franceses e de outros paises da OTAN podem voar e jogar bombas e lançar mísseis sob os alvos que escolherem, desorganizando para venderem organização posterior. Esse modo de alcançar estabilidade política é tipicamente bushiano e foi demonstrado pela polítca de ataque preventivo de W. Bush após o 11 de setembro. Certamente a França sempre teve interesse em áreas de influência no continente africano, prova disso foi sua desastrosa e impiedosa colonização na Argélia em meados do século XX. Sarkozi tem mostrado, pelo caminho que achou, a típica liderança ocidental de interferência sem levar consigo o famoso pefume francês, sem o charme de sua bela torre, a elegância de seu idioma e a beleza das mulheres francesas. Desta vez está envolvido na polêmica criminalização do uso do véu islâmico. Mulheres já foram presas e multadas por usarem o véu em lugares públicos. Várias têm preferido não ir às ruas. Na verdade, Sarkozi tem se portado como um "taliban ocidental", um fundamentalista do ocidente no berço da revolução liberal de Napoleão. Com a capa da "civilização liberal e progressista", da igualdade e das liberdades, a França preferiu a dominação sutil, ao contrário do histórico imperialismo americano cujas interferência e prepotência não cabem bem em máscaras. Mas com Sarkozi ambos se aproximam. Desse modo, Sarkozi teria recebido o espírito de Bush? A prósito, um engraçado professor de cultura latina que me deu aula dizia que não orientava mas ocidentalizava. É verdade, o vencedor deve ter seu prêmio. A civilização progressista e liberal também produz e universaliza seus tipos de Osama Bin Laden.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
COM A CORDA NA LÍNGUA
Há cordas, a corda. Acorda!!!
Concordas tu que nos amarre,
Com cordas tu ao pescoço?
Vocais essas cordas amarradas,
Nem de cor, nem in cor
Sair batidas dos acordes.
Sem acordos, assim,
Comendo açorda ,
Só há discórdia.
Concórdia, só um largo,
E muito largo.
Nem concórdia, pois,
Entre os cordatos,
E sem acórdãos e concordância,
E menos cordial com essas cores.
Concordas tu que nos amarre,
Com cordas tu ao pescoço?
Vocais essas cordas amarradas,
Nem de cor, nem in cor
Sair batidas dos acordes.
Sem acordos, assim,
Comendo açorda ,
Só há discórdia.
Concórdia, só um largo,
E muito largo.
Nem concórdia, pois,
Entre os cordatos,
E sem acórdãos e concordância,
E menos cordial com essas cores.
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagens populares (letrófilo 2 anos 22/6)
-
Riquíssima em possibilidades interpretativas e uma das músicas mais marcantes que retrataram as terríveis ações do regime ditatoria...
-
Entre meus cinco e doze anos morei em mais de uma dezena de casas. Como não tínhamos casa própria e éramos muito pobres, mudávamos ...
-
Falo de uma notícia velha. Há alguns meses, faz quase um ano, os jornais deram a notícia acima, não exatamente com estas palavras...
-
Teresa e o namorado tinham ido ao cinema assistir Tudo vai bem na República de Eldorado. Quando saíram do estacionamento do shoppin...
-
Há dias que me nutre uma angústia, Poros adentro, formigando sutilmente Potência se fazendo pela ausência De tudo, de nada, de mim mesmo ...
-
O Brasil não tem monarquia, já há mais de cem anos, mas tem reis, diversíssimos, inumeráveis. E como um rei não vive com pouc...
-
"Um rei, longe de proprcionar subsistência a seus súditos, tira deles a sua" Rousseau, Contrato Social Acabo de vir...
-
Confesso a você que nunca fui fã de minha sogra. No início até que tentei. Fiz vários discursos, todos retórica e politicamente corr...
-
As páginas seguintes formam o primeiro capítulo do romance de minha autoria lançado pela Linear B Editora em novembro. As p...
-
Dona Maria morreu numa tarde em que as flores da primavera se abriam no imenso jardim das terras que ela herdara de seus antepassados e ...