quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

EVENTOS LITERÁRIOS NO FIM DO ANO

 
                                 Lançamento da Trilogia Eupuia, composta por  livros de poemas, crônicas e contos. organizada pela escritora e editora Ana Moraes, com textos meus e de diversos outros autores. O lançamento ocorreu na Biblioteca Rachel de Queirós, no CEU Alvarenga, zona sul de SP
                                Exposição  de meus livros e de outros autores na Biblioteca Rachel de Queirós


                              Evento de fim de ano na Herós processamento de dados, em comemoração de projetos na área de comunicação pelos quais fui responsável.

                                Integrantes da equipe da Héros processamento de dados que participaram do projeto dirigido pelo escritor
                      Participação no último programa do ano da Rádio Tambor, dirigido pelo jornalista e escritor Oswaldo Faustino, no auditório do CEU Alvarenga, zona sul de SP

                                          Lançamento da Trilogia Eupuia
                       Com o músico e poeta Dandy, no lançamento da Trilogia Eupuia, que traz textos dos dois autores e diversos outros, na Biblioteca Rachel de Queirós, SP
                          Bate-papo em SP com o jornalista Paulo Eduardo Martins do SBT sobre literatura e política

Escritor Elói Alves entrevista o poeta e músico Dandy, no lançamento da Trilogia Eupuia



 
A Trilogia Eupuia foi organizada pela escritora Ana Moraes, da Editora APCM e foi lançada no último dia 07, na Biblioteca Rachel de Queirós, no CEU Alvarenga, na zona sul de São Paulo. A trilogia foi dividida em três gêneros: poemas, contos e crônicas para qual escreveram vários autores, entre eles estão o músico e poeta Dandy e Elói Alves, que figura nos três livros.

domingo, 14 de dezembro de 2014

O DEPOIMENTO DO EX-PRESIDENTE LULA NA PF E SEU JULGAMENTO PELA HISTÓRIA

 
     No dia 09, o ex-presidente Lula depôs na Polícia Federal, como testemunha no caso Mensalão, cujo processo levou aliados estratégicos e colegas de partido à condenação. Segundo a Revista Época, Lula foi intimado. Ele teria recebido carta precatória na quinta-feira retrasada (dia 3) e comparecido à sede da Polícia Federal em Brasília na última terça (dia 9). Em setembro, a imprensa noticiou que a PF tentava localizá-lo para depor a sete meses, sem sucesso.
       Outros casos de corrupção que remetem a esquemas de desvios de dinheiro em seus governos, como a corrupção na Petrobras vão deixando o ex-presidente em uma situação delicada. No mensalão, o Procurador Geral fez preferência por não citá-lo, sequer como testemunha, ainda que seu principal ministro tenha sido responsabilizado e depois condenado como chefe do esquema. Agora, a destinação do dinheiro da Estatal compromete vários setores do governo, agentes públicos, executivos de empresas privadas, além de prejudicar acionistas no pais e nos exterior, com consequências judiciais e econômicas para o pais no plano internacional.
         A questão é como ficará a imagem do ex-presidente Lula diante dos fatos que vão aparecendo? Lula perdeu o tom altivo de seu discurso "que tinha mudado o Brasil".Isso foi exatamente em junho de 2003 quando milhões de pessoas foram às ruas do país questionando o governo e os políticos de forma geral. Na ocasião, todos, inclusive Lula, sumiram por algumas semanas, quando a única voz que saia na imprensa era a das ruas. A imprensa não pode escondê-lo nem defender os políticos, como faz muitas vezes. Desde então, Lula vem perdendo claramente muito de sua influência, Prova disso é que foi depor agora, num processo já praticamente encerrado - muita gente não noticiou isso.
            A pergunta mais importante agora é, como Lula se sairá diante das revelações dos novos escândalos, que apontam para o maior caso de corrupção da história? Terá influência suficiente para sequer ser citado como responsável, ao menos político, já que era o chefe do executivo federal, responsável pelas nomeações? Terá ainda outras implicações? Qual o nome com que ele ficará para história como presidente e como chefe político mais importante neste período? Qual será sua imagem para as novas gerações, qual será a interpretação de sua fala mais famosa reiterada amplamente por ele em seus governo: "nunca antes nesse país"?
Elói Alves

 
         

O SILÊNCIO DA OAB NO CASO PETROLÃO- Perguntero

Qual a razão do silêncio da OAB, Ordem dos advogados do Brasil, sobre o maior caso de corrupção em um país em toda a história? Não teve esta instituição outro papel em outras crises históricas pelas quais passou o país?  Será que agora são todos criminalistas e advogados de criminosos bilionários? Será que a cegueira da justiça é que faz se fechar os olhos para origem dos milhões que recebem como pagamento de seus clientes corruptos e outros agentes de crimes com tipificação diversa?
 
 

sábado, 13 de dezembro de 2014

PROGRAMA 'PROPINA EM CASA': ENTREGADOR QUER ACORDO DE DELAÇÃO

       Uma história espantosa que resolvi chamar de Propina em casa é objeto de reportagem de capa da Revista Veja deste fim de semana. A matéria fala de Rafael  Ângulo Cortez, um senhor discreto, de cabelos grisalhos e aparência frágil, auxiliar do doleiro Alberto Youssef e que era responsável por entregar no domicílio de políticos partes do dinheiro desviado da estatal Petrobras, dinheiro que levava atados ao corpo, sem jamais causar desconfiança à Polícia Federal. Além de endereços em vários locais do país, ele viajou por países da América do Sul, entregando a parte cabida ao corrupto da vez.
      Muito organizado, tendo anotações dos envolvidos que recebiam o dinheiro, da quantidade deixada, Rafael, que tem cidadania brasileira e espanhola, era homem que levava alegria aos que o esperavam. No entanto, a pior notícia para os mesmos, é que ele quer dizer o que sabe à Justiça, em acordo para reduzir suas penas, e, assim, passa a ser um uma peça chave para revelar uma outra ponta do esquema. Esta é a má notícia para muitos políticos conhecidos.

Elói Alves

O CAOS NA GESTÃO PETISTA NO DISTRITO FEDERAL

       Governo do PT no Distrito Federal levou a Capital do país a uma situação de caos histórico; nesta semana vários serviços públicos foram suspensos e faltou até gasolina para a circulação de ambulâncias cujo serviço foi interrompido. Notícias da CBN informam que viaturas da polícia, quebradas, não estão sendo reparadas. Ao longo desta semana, houve greve de servidores que estão sem receber salários.
       Apesar de os eleitores terem aplicado um...a vergonhosa derrota ao governado Agnelo Queiroz, que perdeu a reeleição sem passar sequer para o 2º turno, o caos petista instalado na capital trará ainda muito sofrimento à população, sobretudo aos mais pobres, em cujas ideologia e mentira eles dizem defender.
        O PT, que também perdeu a reeleição em outros lugares, como no Sul, tem mostrado que suas principais marcas são a ineficiência na gestão pública, a incomPeTência e a corrupção, numa escala, como diz seu líder máximo, "NUNCA ANTES NESSE PAÍS"
 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

ESTAREI AMANHÃ NO CEU ALVARENGA COM A RÁDIO TAMBOR

Amanhã, estarei no CEU Alvarenga com a Rádio Tambor, às 20 h, lendo textos de meus livros e falando sobre a escrita literária. Todos estão convidados.
Elói Alves

domingo, 23 de novembro de 2014

O MALÉFICO E TENDENCIOSO DISCURSO DA CORRUPÇÃO CULTURAL

              Com a deflagração da sétima etapa da Operação Lava Jato e a consequente prisão de dezenas de empresários das maiores empreiteiras do país, incluindo-se entre eles mais um ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, indicado pelo ex-ministro José Dirceu, do PT, cujo auxiliar, sob cargo de gerente na Estatal,  concordou em devolver aos cofres públicos, apenas ele, mais de duzentos e cinquenta milhões de reais, além de uma peça-chave, Fernando Soares, o Baiano, que se entregou depois, acusado de ser operador do PMDB, explodiram na mídia um série de discursos, tanto de advogados de empreiteiras, como de membros do governo,  como o próprio ministro da Justiça, que expressavam a opinião de que a corrupção é geral, é comum e banal, e, portanto, aceitável e até imprescindível.
               Após seu cliente Fernando Soares que estava foragido se entregar à Polícia Federal do Paraná, seu defensor, advogado Mário de Oliveira Filho, disse à imprensa que “não se faz obra pública sem “acerto”, e quem nega isto desconhece a história do país. Outra fala no mesmo sento foi do ministro da Justiça Eduardo Cardozo, que havia afirmado que não se pode punir as empreiteiras, “torná-las inidôneas”, sem prejudicar a economia, afirmando também que a culpa pela corrupção no país é dos “eleitores que elegem os políticos e depois reclamam”. Para ele, a corrupção é social e cultural e, diz ele, “que até o síndico age de má fé quando “superfatura”. Ambas as falas mostram uma tentativa maliciosa e desesperada de diminuir feitos criminosos de ampla gravidade e, no caso do ministro, mostra uma confusão de papéis, onde um ministro de Estado torna-se advogado de bandidos ao tentar, ridiculamente, defende-los.
                Ambas as falas estão totalmente equivocadas no sentido jurídico, pois um crime, algo portanto previsto e tipificado como ilícito em lei e passivo de pena, não pode ser menos grave se outros o fazem igualmente. Mesmo se o povo brasileiro, em geral, aceitasse como “normal” a corrupção, essa conivência não seria causa atenuante dos atos ilícitos cometidos por agentes públicos, pois o Direito Público os obriga a cumprirem estritamente a lei sob pena das reprimendas previstas em lei. Mas essa generalização capciosa e malévola é, historicamente evidente, negada pelo trabalho árduo de um povo que se submete ao sacrifício constante e pouco recompensado, diariamente, sustentando com seus impostos a classe política com sua incompetência e desmando- juntamente com seus "companheiros" e aliados nomeados- classe cujo exemplo negativo de indignidade e desonestidade em nada espelha os que os elegem, amarrados por uma legislação eleitoral que fortalece a máquina dos partidos políticos e enfraquece o poder de cobrança do leitor.
              A fala do ministro da Justiça petista é mais que infeliz; é uma peça de declaração do negativo, do que há de mais ruim na fala de uma autoridade na altura daquele cargo. Declaração que chega a ser dúbia e até comprometedora para o governo. Se, para o ministro, a culpa pela corrupção é dos eleitores que elegem os políticos corruptos, estaria ele admitindo que há corrupção no governo de seu partido, o PT, agora reeleito? Estaria ele dizendo que a corrupção, no governo de seu partido, é tolerável, o que por si só já configura crime? O discurso parece mais uma fala desesperada e sem conotação com a realidade sociocultural. Aliás, milhões de cidadãos de bem disseram nas urnas precisamente o contrário; mesmo numa eleição sob suspeição e várias denúncias de fraude ignoradas ou minimizadas, disseram que não compactuam com um governo mentiroso, incompetente e corrupto. Aliás, o próprio governo dizia-se fazer uma campanha pela mudança, isto é, confessavam que estavam no caminho errado. Pena que muitos eleitores, que votaram neles, não entenderam ou não quiseram entender o evidente: o que eles às vezes negam, às vezes dizem que irão arrumar.
Elói Alves

Postagens populares (letrófilo 2 anos 22/6)