Que me pedes, pobre coração
Que acredite, que tenha esperança?
Vejo que estás míope, como minha alma
Não vês que me roubaram a fé no mundo
Que o esperar me cansa e ao andar tropeço
E já não posso estar só nem acompanhado?
Como prosseguir se não há mais norte
Se o juízo some antes do oriente
E se não vejo nada procurando em tudo?
Siga o compasso, inocente coração
E bata mansamente, como águas sem pressa
Não faça despertar minha razão dormente
Elói Alves
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Siga o compasso e não me atormente, com desejos e tolos sentimentos, pois já não lhe posso corresponder, me falta a ilusão pra te atender...
ResponderExcluirrsrsrs, grato Ira, beijos, amiga!
ResponderExcluirFalo do coração amigo...acompanho o seu sentir, não tomes isto como um furto, mas me aproprio de ti! Gosto muito do que escreves... besos
ResponderExcluirGrato sempre, queridíssima Ira; veja lá como se entenderá com seu sensível e meigo coração, amiga!
ResponderExcluirDa gentil amiga Caroline Aparecida Lima "linda,linda,linda,linda!" pelo facebook
ResponderExcluirDa querida amiga Leonice Rocha "Parabens Elói Alves Do Nascimento, pelos seus poemas suas reflexoes são de muita perfeição !! Abração!" (pelo facebook) A quem agradeço a meiga leitura e comentário.
ResponderExcluirOlá meu amigo !!!!,mais um poema que me encanta,aliás é dificil seus poemas passar despercebidos por mim pois eu curto muito o que vc escreve,eu sei que estou em falta contigo mas não se preocupe aos poucos eu ponho os meus comentários em dia tá kkkk Mil Besos !!!!
ResponderExcluirOi, Rosi, muitíssimo grato, querida, por suas palavras gentis, amiga, e por sua leitura; sempre meiga e dedicada; beijos e muito grato sempre!
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